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Governo interino tenta liberar R$ 150 milhões “nos minutos finais” após decisão do STF que devolveu o governo a Wanderlei Barbosa

Atualizado: 7 de dez. de 2025


Tentaram liberar R$ 150 milhões “nos minutos finais” após decisão do STF que devolveu o governo a Wanderlei Barbosa



Na noite desta sexta-feira (5), poucas horas depois de o ministro Nunes Marques, do STF, determinar o retorno imediato de Wanderlei Barbosa ao comando do Executivo estadual, relatos internos acenderam um alerta vermelho dentro do Palácio Araguaia. Segundo informações obtidas pelo Opinativo Político, membros da gestão interina teriam tentado acelerar a liberação de aproximadamente R$ 150 milhões em despesas consideradas irregulares.


Fontes da Secretaria da Fazenda classificaram as movimentações como “incomuns e fora do trâmite padrão”, disparando sinais de possível tentativa de validação de pagamentos sem o devido processo técnico. Houve pressão direta sobre equipes da área financeira para autorizar despesas de grande porte mesmo diante de falta de documentação completa, fragilidades processuais e suspeitas de infração às normas fiscais e administrativas.


Uma das fontes, em condição de anonimato, descreveu que secretários ligados ao governo interino tentaram dar celeridade a ordens de pagamento:


“Houve uma tentativa clara de validar pagamentos rapidamente, sem cumprir as etapas necessárias. Foi tudo de última hora”, relatou.


Os valores estariam vinculados a contratos que, segundo informações preliminares, estavam parados havia semanas, mas curiosamente, teriam sido reativados justamente no momento em que a gestão interina perdia o controle da administração pública.


A corrida para liberar os pagamentos teria ocorrido “nos instantes finais”, criando a interpretação de que havia interesse em deixar despesas engatilhadas antes da recondução oficial de Wanderlei Barbosa.


A pressa, o valor expressivo e a tentativa de romper o trâmite normal levantam questionamentos graves sobre a conduta de integrantes da administração interina, reforçam a necessidade de uma investigação transparente e imediata sobre possíveis tentativas de esvaziamento financeiro, irregularidades administrativas ou reativação seletiva de contratos milionários.


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