Tocantins lança operação com R$ 71 milhões para combater queimadas antes do período crítico
- Wasthen Menezes

- há 1 hora
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O governo do Tocantins lançou, em abril de 2026, a operação “Foco no Fogo 2026”, com investimento de aproximadamente R$ 71 milhões para intensificar o combate e a prevenção às queimadas ilegais em todo o estado. A ação ocorre antes do início do período mais crítico de estiagem, que tradicionalmente se intensifica entre os meses de junho e outubro.
O anúncio da operação foi realizado em abril de 2026, como medida antecipada ao período seco, quando historicamente há aumento significativo de focos de incêndio no estado.
As ações serão executadas em todo o território do Tocantins, com foco em regiões consideradas críticas, como áreas rurais, unidades de conservação e locais com maior incidência de queimadas, incluindo regiões como o Cantão. A coordenação envolve órgãos ambientais estaduais, com destaque para o Instituto Natureza do Tocantins.
Segundo o governo estadual, o objetivo é reduzir os impactos ambientais, econômicos e na saúde pública causados pelas queimadas ilegais. Durante o período de estiagem, os incêndios costumam aumentar, provocando danos à vegetação, prejuízos ao agronegócio e agravamento de problemas respiratórios na população.
Como funcionará a operação
O investimento de R$ 71 milhões será utilizado para:
reforço e capacitação de brigadas de combate a incêndios
aquisição de equipamentos e viaturas
monitoramento por satélite e tecnologia
ações de fiscalização e prevenção
campanhas educativas
Parte dos recursos conta com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
Além disso, equipes já realizam planejamento estratégico, incluindo técnicas de manejo integrado do fogo, como queimadas controladas, para evitar incêndios de grandes proporções.
O Tocantins enfrenta, todos os anos, aumento expressivo de focos de calor durante a seca. A antecipação da operação busca evitar cenários críticos registrados anteriormente, quando incêndios causaram prejuízos ambientais e econômicos relevantes no estado.




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