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Operação Falsa Emergência: Polícia Civil procura investigada considerada foragida após nova fase da operação

Retrato de Cláudia Fernanda Cândido da Silva em destaque sobre fundo azul institucional com elementos da Polícia Civil do Tocantins desfocados ao fundo, incluindo viatura e prédio da corporação. A imagem ilustra reportagem sobre a Operação Falsa Emergência, investigação que apura supostas irregularidades na contratação de organização social para gestão das UPAs de Palmas
Retrato de Cláudia Fernanda Cândido da Silva em destaque sobre fundo azul institucional com elementos da Polícia Civil do Tocantins desfocados ao fundo, incluindo viatura e prédio da corporação. A imagem ilustra reportagem sobre a Operação Falsa Emergência, investigação que apura supostas irregularidades na contratação de organização social para gestão das UPAs de Palmas

A Polícia Civil do Tocantins cumpriu, na manhã desta quarta-feira (10), dois mandados de prisão preventiva no âmbito da Operação Falsa Emergência, investigação que apura supostos crimes relacionados à contratação de uma organização social para a gestão das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Palmas.


A ação foi realizada pela Divisão Especializada de Repressão à Corrupção (DECOR) e contou com o cumprimento de ordens judiciais expedidas pela 1ª Vara Regional das Garantias da Comarca de Palmas.


Além das prisões, a Polícia Civil divulgou que a investigada Cláudia Fernanda Cândido da Silva é considerada foragida e segue sendo procurada pelas autoridades. Segundo a corporação, há contra ela mandado de prisão preventiva pelos supostos crimes de corrupção, associação criminosa e lavagem de dinheiro.


De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP-TO), as medidas desta quarta-feira representam mais uma etapa das investigações da Operação Falsa Emergência, que busca esclarecer possíveis irregularidades na contratação e execução de serviços ligados à administração das UPAs da capital.


As apurações tiveram início após o surgimento de indícios considerados relevantes pelos investigadores, que passaram a analisar contratos, documentos, movimentações e demais elementos relacionados ao processo de terceirização da gestão das unidades de saúde.


A nova fase da operação ocorre no mesmo dia em que a investigação ganhou forte repercussão em Palmas, ampliando o debate sobre a condução da saúde pública municipal e os contratos firmados para a administração dos serviços.


A Polícia Civil informou que as diligências continuam em andamento e que novas medidas não estão descartadas. Equipes da DECOR seguem trabalhando para localizar Cláudia Fernanda Cândido da Silva e aprofundar a apuração dos fatos investigados.

Informações sobre o paradeiro da investigada podem ser repassadas diretamente à Polícia Civil pelos telefones (63) 3901-7202 e (63) 3901-7203, com garantia de sigilo da identidade do denunciante.


Operação Falsa Emergência


A Operação Falsa Emergência investiga supostas irregularidades relacionadas à contratação de uma organização social para gerir as UPAs de Palmas. Desde o início das investigações, a Polícia Civil vem cumprindo medidas cautelares, analisando documentos e ouvindo envolvidos para esclarecer a legalidade dos procedimentos adotados e eventual responsabilidade dos investigados.


O caso segue sob investigação da Polícia Civil do Tocantins e do Ministério Público, e novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das apurações.

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