O VÍRUS QUE TIRA FÉRIAS?



No próximo dia 15 de novembro de 2020, o brasileiro vai as urnas escolher os seus representantes municipais, vereadores e prefeitos. Os prefeitos nesta atual situação de pandemia, decretaram se o comércio em geral abre ou fecha e determinaram os horários de funcionamento, por todo o país as medidas geraram desemprego e falência de muitas empresas.


Seria cômico se não fosse extremamente trágico, no Brasil ou o corona vírus tirou recesso ou um milagre aconteceu, após o início das campanhas eleitorais os horários de abertura do comércio foram flexibilizados os bares e restaurantes voltaram a lotar e os casos de morte pelo vírus diminuíram, a realidade desencontra com o pregado pelos defensores do “lockdown”.


Tem aquela opção do lockdown não comprovar eficácia, mas desta vez temos outros pontos que são curiosos e iremos destacar aqui:


O que será que houve com os prefeitos que rigorosamente defenderam o fechamento do comércio e agora lotam reuniões políticas e comícios, esquecendo das regras de segurança e o mais curioso o que houve com o vírus? Será que ele sabe que estamos em campanha?


Comício realizado em nov/2020 Miracema-TO.
Comício realizado em nov/2020 Miracema-TO.

Ainda há um fato que chama bastante atenção, enquanto o comércio teve o horário reduzido, fato que contribuiu ainda mais com a aglomeração de pessoas nos estabelecimentos, tendo em vista que o consumidor tem horário reduzido para fazer as suas compras, na contramão dessa posicionamento o horário eleitoral foi ampliado, para evitar aglomeração.


A hipocrisia, contradição, são atos comuns no meio político, mas eles nascem do eleitor que vota em benefício próprio e são representados por quem de fato merecem, caso você não vote isso de maneira alguma o tornará um herói revoltado com o sistema, no máximo um omisso e cúmplice.


Novamente a responsabilidade está na mão do eleitor de memória curta que faz papel de palhaço a mercê dos ocupantes de cargos políticos. A chance de mudança está próxima, as consequências podem prevalecer além dos 4 anos, algumas medidas tomadas por má gestão são irreversíveis.

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