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Conta de R$ 269 milhões: Governo do TO paga rombo do Servir e aponta origem da crise na gestão de Laurez


O Governo do Tocantins realizou nesta semana um pagamento de R$ 269 milhões para regularizar dívidas acumuladas do Servir (antigo Plansaúde) com hospitais, clínicas e prestadores credenciados. O objetivo da medida é evitar a suspensão de atendimentos aos servidores públicos estaduais e reequilibrar financeiramente o plano de saúde.


De acordo com informações divulgadas pela gestão estadual e pela Secretaria da Fazenda, o valor foi destinado à quitação de débitos acumulados com a rede credenciada, que vinha registrando atrasos nos repasses.


Governo aponta início do problema


Segundo o governo estadual, o acúmulo de atrasos no Servir começou a se intensificar durante o período em que Laurez Moreira esteve à frente da administração estadual de forma interina. A avaliação apresentada pela gestão atual é de que, naquele momento, houve aumento no passivo financeiro do plano e atraso nos pagamentos à rede credenciada.


Os dados apresentados pelo governo indicam o seguinte cenário:


  • Período anterior: pagamentos considerados dentro da regularidade administrativa do plano.

  • Gestão interina: início do acúmulo de débitos e aumento nos atrasos com hospitais e clínicas.

  • Situação atual: necessidade de um pagamento concentrado de R$ 269 milhões para reduzir o passivo e restabelecer o equilíbrio financeiro do sistema.


Medidas para normalizar o plano


A Secretaria da Administração (Secad) informou que a prioridade agora é garantir a continuidade dos atendimentos aos servidores públicos e reorganizar a estrutura financeira do Servir.


Segundo o governo, o pagamento faz parte de um conjunto de medidas para estabilizar o plano e manter a rede credenciada atendendo normalmente.


Impacto para os servidores


O Servir atende milhares de servidores estaduais e seus dependentes. Nos últimos meses, atrasos nos pagamentos vinham gerando preocupação entre hospitais e prestadores, com risco de suspensão ou redução de serviços.


Com a regularização de parte significativa da dívida, a expectativa do governo é restabelecer a normalidade nos atendimentos e evitar novos prejuízos aos beneficiários do plano.

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