PF cumpre mandados em Araguaína e outras cidades do TO em operação sobre fraude na saúde
- Wasthen Menezes

- há 6 dias
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Atualizado: há 4 dias

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (08/04/2026), a Operação Código Branco, que investiga suspeitas de fraude em licitações e possíveis irregularidades no uso de recursos públicos da saúde no Tocantins.
A ação cumpre mandados de busca e apreensão em cidades do norte do estado, incluindo Araguaína, além de Riachinho, Filadélfia, Babaçulândia e Barra do Ouro.
Ao todo, estão sendo cumpridos 10 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal.
O que a PF suspeita
Segundo as investigações, uma empresa de serviços médicos teria sido contratada repetidamente por prefeituras da região, em processos com indícios de direcionamento e baixa competitividade.
A Polícia Federal apura:
possível favorecimento em licitações
contratos firmados com irregularidades
subcontratações proibidas em edital
movimentações financeiras consideradas suspeitas
Há ainda indícios de uso de empresa de fachada, com o objetivo de simular capacidade técnica e viabilizar contratações com recursos públicos.
Crimes investigados
Os envolvidos podem responder por:
fraude em licitação
corrupção ativa e passiva
lavagem de dinheiro
irregularidades fiscais
As penas podem ultrapassar 30 anos de prisão, a depender do envolvimento de cada investigado.
Por que “Código Branco”?
O nome da operação faz referência a situações de emergência no ambiente hospitalar, indicando a gravidade das suspeitas envolvendo recursos da saúde pública.
Em nota, a Prefeitura de Araguaína informou que não é alvo da operação. Segundo o município, a ação envolve empresas sdiadas na cidade relacionadas a recursos públicos de outras gestões municipais.
O Opinativo Político assegura espaço ao contraditório e à ampla defesa, nos termos do art. 5º, V, IX e XIV da Constituição Federal e da Lei nº 13.188/2015 (direito de resposta).
NOTA À IMPRENSA NA ÍNTEGRA
Operação da PF em Araguaína
A Prefeitura de Araguaína informa que não é alvo
da Operação Código Branco da Polícia Federal.
A ação foi deflagrada junto à empresas sediadas
na cidade envolvendo recursos públicos de gestões
públicas de outros municípios.




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